terça-feira, 26 de maio de 2009

Usando o CIELO- Revista Latino-Am. Enfermagem v.11 n.6 Ribeirão Preto nov./dez. 2003

Vivendo infarto: os significados da doença segundo a perspectiva do paciente

A experiência do infarto agudo do miocárdio é vivenciada de forma individual, podendo variar de paciente para paciente, em função do sexo, cultura, papel social, estado de saúde, ambiente e das expectativas de vida. Todas essas variações precisam ser norteadas, na tentativa de fornecer uma estrutura significativa do infarto do miocárdio, para o cuidar em enfermagem.

O infarto diferencia-se das demais enfermidades pela abrupta modificação ocorrida no cotidiano das pessoas. O indivíduo encontrava-se inserido em sua trajetória de vida, economicamente ativo e engajado socialmente. Repentinamente defronta-se com o seu coração em mau funcionamento, instalado num ambiente estranho, em uma Unidade Coronariana, onde o paciente tem privação sensorial, barreira corpórea para tocar o próprio corpo, não tem o mesmo contato diário que tinha com a família. Tudo isso altera sua auto-estima, auto-imagem e sua capacidade de recuperação

Ficou curiso para saber mais sobre o artigo?Texto na integra em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-11692003000600007&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt

AIDS- Resultado da pesquisa realizada na Cochrane e BVS

(sida) - 461 encontrado(s)

Revisões Sistemáticas da Cochrane (110)

Registro de Ensaios Clínicos Ibero-americanos (2)
Bandolera (3)
Relatórios de gestão clínica e sanitária (19)
Agências Ibero-americanas de Avaliação de Tecnologias Sanitárias (2)
Kovacs (Revisões de dor nas costas) (0 de )
Evidência. Atualização na prática ambulatória (1)
Registro Cochrane de Ensaios Controlados (CENTRAL/CCTR) (66)
Registro Cochrane de Metodologia (2)
Sobre a Colaboração Cochrane (1)

Outras Revisões Publicadas (26)
Resumos do INAHTA e de outras agências de Avaliação de Tecnologias em Saúde (13)
Avaliações Econômicas da NHS (216)

FICHAMENTO, SITE PROCURADO: CIELO

TÍTULO:Controle de crianças e adolescentes comunicantes de tuberculosos, Rio de Janeiro, RJ

AUTORES: Zelina M R Caldeira; Clemax C Sant'Anna; Miguel Abdom Aidé

RESUMO: Estudo descritivo, transversal, realizado em centro municipal de saúde da cidade do Rio de Janeiro, RJ, com 184 crianças e adolescentes, de 0 a 15 anos de idade, comunicantes de tuberculosos, no período de março de 1995 a março de 1997. Os comunicantes foram submetidos à avaliação clínico-radiológica, teste tuberculínico e baciloscopia de escarro, quando possível. Os doentes foram submetidos à quimioterapia anti-tuberculose e os infectados à quimioprofilaxia. Foi pesquisada a viragem tuberculínica nos comunicantes não reatores ao teste tuberculínico por meio de um segundo teste realizado após oito semanas e, quando presente, a quimioprofilaxia era instituída.

REFERÊNCIAS: 1. Alves R, Sant'anna CC, Cunha AJL. A Epidemiologia da tuberculose infantil na cidade do Rio de Janeiro, RJ. Rev Saúde Pública 2000;34:409-10.
2. American Academy of Pediatrics. Screening for tuberculosis in infants and children. Pediatrics 1994;93:131-4.
3. American Thoracic Society. Control of tuberculosis in the United States. Am Rev Resp Dis 1992;146:1623-33.
4. American Thoracic Society. Diagnostic standards and classification of tuberculosis. Am Rev Respir Dis 1990;142:725-35.
5. American Thoracic Society. Preventive therapy of tuberculous infection. Am Rev Resp Dis 1974;110:371-6.
6. Arantes GR, Almeida MMMB, Nogueira PA, Belluomini M, Lima MM, Nassar J. Monitorização das ações anti-tuberculose: implantação de uma sistemática experimental em São Paulo, Brasil. Bol Pnemol Sanit 1995;3:10-25.
7. Arantes GR, Nardy SM, Weiler RMG, Belluomini M, Nogueira PA. Estimativa do risco de infecção tuberculosa em populações vacinadas pelo BCG. Rev Saúde Pública 1992;26:96-107.
8. Arantes GR, Nardy SMC, Nogueira PA. Influência dói BCG aplicado no primeiro ano de vida no perfil tuberculínico à idade escolar. Medicina (Ribeirão Preto) 1990;23:232-41.
9. Beyers N, Gie RP, Schaaf HS, Van Zyl S, Talent JM, Nel ED, Donald PR. A prospective evaluation of children under the age of 5 years living in the same household as adults with recently diagnosed pulmonary tuberculosis. Int J Tuberc Lung Dis 1997;1:38-43.
10. Chapman JS, Dyerly MD. Social and other factors in interfamilial transmission of tuberculosis. Am Rev Resp Dis 1964;90:48-60.
11. Lee VK. Revisão bibliográfica: teste tuberculínico nos dias de hoje. Bol Pneumol Sanit 1998;6:58-80.
12. Lopez MLV, Marin MJC, Miguel MJG, Andrés CB, Martin FC,Gómez MJ. Tuberculosis pulmonar en la infancia: a propósito de 149 casos. An Esp Pediatr 1990;32:15-9.
13. Maniar BM. Prevention of tuberculosis in infancy. Indian J Pediatr 1993;60:659-67. [
14. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Tuberculose: guia de vigilância epidemiológica. Brasília (DF); 2002.
15. Morrone N, Solha MSS. Incidência de tuberculose - doença e de teste tuberculínico positivo em crianças expostas a pacientes com tuberculose. Importância dos fatores ligados à fonte e à criança, até mesmo vacinação prévia com BCG intradérmico. Rev Assoc Med Brasil 1983;29:182-8.
16. Nemir RL, O'Hare D. Tuberculosis in children 10 years of age and younger: three decades of experience during the chemoterapeutic era. Pediatrics 1991;88:236-41.
17. Perry S, Starke JR. Adherence to prescribed treatment and public health aspects of tuberculosis in children. Semin Pediatr Inf Dis 1993;4:291-8.
18. Sant'anna CC, Bethlem N, March MFBP, Alves R. Conduta diagnóstica em tuberculose na criança. J Pneumol 1993;19:91-5.
19. Sass P. Tuberculosis infection and disease in children. Am Fam Physician 1996;53:2087-94.
20. Schaaf HS, Beyers N, Gie RP, Nel ED, Smuts NA, Scott FE et al. Respiratory tuberculosis in childhood: the diagnostic value of clinical features and special investigations. Ped Infec Dis J 1995;14:189-94.
21. Sewell EM, O'Hare D, Kending EL. The tuberculin test. Pediatrics 1974;54:650-2.
22. Starke JR. Tuberculose na infância: diagnóstico e tratamento. An Nestlé 1998;56:10-24.
23. Starke JR, Taylor-Watts KT. Preventable childhood tuberculosis in Houston, Texas, 1985. Am Rev Resp Dis 1990;141(Suppl):A336.
24. Tuberculosis Committee. Canadian Thoracic Society. Clinical practice guidelines essentials of tuberculosis control for the practising physician. Can Med Assoc J 1994;150:1561-71.
25. Udani PM. BCG vaccination in India and tuberculosis in children: newer facets. Indian J Pediatr 1994;61:451-62.



Com esse trabalho conclui-se que a detecção de doença e de infecção tuberculosa foi elevada na população estudada. O controle de comunicantes deve ser enfatizado, pois permite o diagnóstico de tuberculose em crianças ainda assintomáticas e identifica infectados, os quais podem se beneficiar da quimioprofilaxia.

LINK: http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89102004000300001&lang=pt

terça-feira, 19 de maio de 2009

Pesquisa LILACS

Base de dados : LILACS
Pesquisa : "SIDA" [Descritor de assunto] and "ADULTO" [Limites] or "hospedeiro IMUNOcomprometido" [Descritor de assunto]
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Sida -TABWIN



















Casos de AIDS de 1984-2008 em de Santa Catarina-Paraná, nota-se que existem mais casos de AIDS nos homens.

domingo, 10 de maio de 2009

MAPA DA MORTALIDADE NA PARAÍBA-Mapa de Geoprocessamento















População residente na Paraíba em 2006
População Resident segundo MunicípioPeríodo: 2006
Município População Resident 250010

Água Branca 8.505250020
Aguiar 4.440250030
Alagoa Grande 28.462250040
Alagoa Nova 19.147250050
Alagoinha12.962250053
Alcantil 5.475250057
Algodão de Jandaíra 2.384250060
Alhandra 17.867250073
Amparo 2.081250077
Aparecida 7.255250080
Araçagi 17.892250090
Arara 12.741250100
Araruna 17.453250110
Areia 24.656250115
Areia de Baraúnas 2.340250120
Areial 6.007250130
Aroeiras 19.117250135
Assunção 3.309250140
Baía da Traição 7.312250150
Bananeiras 20.814250153
Baraúna3.679250160
Barra de Santa Rosa12.140250157
Barra de Santana 8.467250170
Barra de São Miguel 5.250250180
Bayeux 95.007250190
Belém 17.314250200
Belém do Brejo do Cruz 6.175250205
Bernardino Batista 2.817250210 Boa Ventura 7.045250215 Boa Vista 5.575250220 Bom Jesus 2.532250230 Bom Sucesso 4.550250240 Bonito de Santa Fé 9.370250250 Boqueirão 15.867250270 Borborema 5.135250280 Brejo do Cruz 11.494250290 Brejo dos Santos 5.736250300 Caaporã 20.978250310 Cabaceiras 4.248250320 Cabedelo 53.020250330 Cachoeira dos Índios 8.217250340 Cacimba de Areia 3.806250350 Cacimba de Dentro 16.185250355 Cacimbas 7.004250360 Caiçara 7.325250370 Cajazeiras 57.255250375 Cajazeirinhas 2.672250380 Caldas Brandão 5.338250390 Camalaú 5.489250400 Campina Grande 379.871251640 Campo de Santana 8.635250403 Capim 4.307250407 Caraúbas 3.807250410 Carrapateira 2.375250415 Casserengue 7.324250420 Catingueira 4.413250430 Catolé do Rocha 27.691250435 Caturité 4.478250440 Conceição 17.017250450 Condado 5.824250460 Conde 20.862250470 Congo 4.776250480 Coremas 15.607250485 Coxixola 1.722250490 Cruz do Espírito Santo 15.137250500 Cubati 6.474250510 Cuité 19.345250523 Cuité de Mamanguape 6.388250520 Cuitegi 7.451250527 Curral de Cima 5.663250530 Curral Velho 2.567250535 Damião 4.450250540 Desterro 8.453250560 Diamante 6.597250570 Dona Inês 11.400250580 Duas Estradas 2.889250590 Emas 3.011250600 Esperança 28.589250610 Fagundes 10.931250620 Frei Martinho 3.103250625 Gado Bravo 8.364250630 Guarabira 53.093250640 Gurinhém 13.356250650 Gurjão 2.567250660 Ibiara 6.234250260 Igaracy 6.715250670 Imaculada 11.826250680 Ingá 17.129250690 Itabaiana 24.277250700 Itaporanga 22.088250710 Itapororoca 15.517250720 Itatuba 9.550250730 Jacaraú 14.541250740 Jericó 7.540250750 João Pessoa 672.080250760 Juarez Távora 6.981250770 Juazeirinho 15.729250780 Junco do Seridó 6.116250790 Juripiranga 9.828250800 Juru 9.694250810 Lagoa 4.169250820 Lagoa de Dentro 6.910250830 Lagoa Seca 25.999250840 Lastro 3.003250850 Livramento 7.393250855 Logradouro 3.529250860 Lucena 11.275250870 Mãe d'Água 3.280250880 Malta 5.446250890 Mamanguape 40.999250900 Manaíra 9.804250905 Marcação 6.798250910 Mari 20.626250915 Marizópolis 5.413250920 Massaranduba 11.452250930 Mataraca 6.260250933 Matinhas 3.754250937 Mato Grosso 2.590250939 Maturéia 5.225250940 Mogeiro 13.186250950 Montadas 4.067250960 Monte Horebe 4.157250970 Monteiro 28.156250980 Mulungu 7.820250990 Natuba 9.775251000 Nazarezinho 7.166251010 Nova Floresta 11.019251020 Nova Olinda 6.646251030 Nova Palmeira 3.762251040 Olho d'Água 6.884251050 Olivedos 3.045251060 Ouro Velho 2.823251065 Parari 1.472251070 Passagem 2.216251080 Patos 99.493251090 Paulista 11.462251100 Pedra Branca 3.785251110 Pedra Lavrada 6.571251120 Pedras de Fogo 26.113251272 Pedro Régis 4.940251130 Piancó 14.066251140 Picuí 18.988251150 Pilar 10.824251160 Pilões 7.730251170 Pilõezinhos 5.465251180 Pirpirituba 10.091251190 Pitimbu 17.224251200 Pocinhos 15.155251203 Poço Dantas 4.158251207 Poço de José de Moura 3.085251210 Pombal 33.210251220 Prata 3.512251230 Princesa Isabel 19.147251240 Puxinanã 12.283251250 Queimadas 38.600251260 Quixabá 1.051251270 Remígio 14.707251274 Riachão 3.048251275 Riachão do Bacamarte 4.073251276 Riachão do Poço 4.457251278 Riacho de Santo Antônio 1.407251280 Riacho dos Cavalos 7.029251290 Rio Tinto 22.739251300 Salgadinho 2.908251310 Salgado de São Félix 11.685251315 Santa Cecília 6.695251320 Santa Cruz 5.772251330 Santa Helena 6.208251335 Santa Inês 3.176251340 Santa Luzia 14.731251370 Santa Rita 131.682251380 Santa Teresinha 4.586251350 Santana de Mangueira 5.236251360 Santana dos Garrotes 7.749251365 Santarém 2.608251385 Santo André 2.663251392 São Bentinho 3.888251390 São Bento 29.658251396 São Domingos 2.140251394 São Domingos do Cariri 2.447251398 São Francisco 3.606251400 São João do Cariri 4.710****** SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE 17.836251410 São João do Tigre 4.729251420 São José da Lagoa Tapada 6.841251430 São José de Caiana 6.038251440 São José de Espinharas 4.453251450 São José de Piranhas 18.064251455 São José de Princesa 4.766251460 São José do Bonfim 2.791251465 São José do Brejo do Cruz 1.543251470 São José do Sabugi 3.832251480 São José dos Cordeiros 3.658251445 São José dos Ramos 5.006251490 São Mamede 7.647251500 São Miguel de Taipu 6.665251510 São Sebastião de Lagoa de Roça 10.940251520 São Sebastião do Umbuzeiro 3.000251530 Sapé 47.217251540 Seridó 10.018251550 Serra Branca 12.055251560 Serra da Raiz 3.239251570 Serra Grande 3.045251580 Serra Redonda 7.307251590 Serraria 4.725251593 Sertãozinho 4.113251597 Sobrado 6.346251600 Solânea 32.336251610 Soledade 12.716251615 Sossêgo 2.753251620 Sousa 63.622251630 Sumé 14.616251650 Taperoá 13.423251660 Tavares 13.023251670 Teixeira 12.310251675 Tenório 2.573251680 Triunfo 9.536251690 Uiraúna 13.268251700 Umbuzeiro 8.394251710 Várzea 1.935251720 Vieirópolis 4.715250550 Vista Serrana 3.169251740 Zabelê 1.964


TOTAL 3.623.198

terça-feira, 28 de abril de 2009

Mortalidade - Minas Gerais
Óbitos p/Residênc segundo MunicípioMunicípio: Belo HorizontePeríodo: 2006

Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIMConsulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
14.017

310620 Belo Horizonte
14.017

Notas técnicas
População Residente - Minas Gerais
População Resident segundo MunicípioMunicípio: Belo HorizontePeríodo: 2006
Município
População Resident

Fontes:
1980, 1991 e 2000: IBGE - Censos Demográficos
1996: IBGE - Contagem Populacional
1981-1990, 1992-1999, 2001-2006: IBGE - Estimativas preliminares para os anos intercensitários dos totais populacionais, estratificadas por idade e sexo pelo MS/SE/Datasus.
2007-2009: IBGE - Estimativas elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento. Coordenação de População e Indicadores Sociais.
Para alguns anos, os dados aqui apresentados não são comparáveis com as estimativas populacionais fornecidas ao TCU, devido a diferenças metodológicas para estimar e projetar os contingentes populacionais. Veja a nota técnica para detalhes da metodologia.Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
2.399.920

310620 Belo Horizonte
2.399.920


Taxa de Mortalidade: 5,84

Mortalidade - Minas Gerais
Óbitos p/Residênc por Capítulo CID-10 segundo MunicípioMunicípio: Belo HorizonteCausa - CID-BR-10: Neoplasia maligna da mamaPeríodo: 2006

Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIMConsulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
218
218


15,55


Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Minas Gerais
Internações por Capítulo CID-10 segundo MunicípioMunicípio: Belo HorizonteFaixa Etária 1: Menor 1 anoPeríodo: Fev/2009 Município Cap 01 Cap 02 Cap 03 Cap 04 Cap 06 Cap 07 Cap 08 Cap 09 Cap 10 Cap 11 Cap 12 Cap 14 Cap 16 Cap 17 Cap 18 Cap 19 Cap 20 Cap 21

Total Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)Nota: Dados preliminares atualizados em 17/04/2009, sujeitos a novas atualizações.Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.

Informações para Viajantes-ANVISA

A Área de Orientação e Controle Sanitário de Viajantes tem como uma de suas responsabilidades estabelecer medidas para diminuir os riscos de um viajante vir a adquirir qualquer doença ou agravo de importância em saúde pública durante a viagem. Por sua vez, as empresas de transportes de passageiros devem cumprir a legislação, orientar e exigir que os viajantes apresentem os documentos necessários, além de adotar as medidas preconizadas pela autoridade sanitária frente a eventos de interesse à saúde pública. Da mesma forma, os viajantes devem prestar informações necessárias e apoiar as medidas estabelecidas. Ou seja, todos devem unir esforços para proteger a saúde da população.

A principal medida utilizada para tanto é a informação direcionada para cuidados com a saúde, que visam à prevenção ou diminuição do risco de exposição a uma doença ou agravo.

Confira medidas importantes a serem adotadas antes, durante e depois da viagem:


Maiores informações no site da ANVISA http://anvisa.gov.br/paf/viajantes/index.htm

terça-feira, 17 de março de 2009

Médicos querem proibir avaliações de pacientes

04 Mar 2009 17:11
O site americano RateMDs - criado para que pacientes possam avaliar publicamente médicos que os atenderam - está sofrendo repressão da classe médica. Como as postagens são anônimas, os profissionais acreditam que em vez de promover discussões, o site só abre espaço para reclamações infundadas.Alguns médicos estão até pedindo, durante a consulta, que o paciente assine um termo dizendo que não comentará sobre a consulta no blog, com o riso de ser processado se o fizer. Segundo o dono do site, isso é um absurdo, pois a atitude obriga que pacientes escolham entre o tratamento médico e seus direitos garantidos pela constituição.Acho que isso é resultado do alcance que a internet tem. Porque antes, a gente falava mal do médico pro vizinho mesmo. E você nunca vai indicar alguém que não gostou. Ou gosto não se discute?

Ihh... Quem você acha que tem razão aí?

http://super.abril.uol.com.br/blogs/cienciamaluca/index2.shtml